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Olhar o mundo com outros olhos

Falamos tanto em um outro mundo possível e muitas vezes esquecemos de olha-lo com outros olhos. A criatividade também consiste em ver realidades em outras dimensões que não as que estamos acostumados a ver.



 Escrito por Elenara Leitão às 09h05 [] [envie esta mensagem]



ERA UMA VEZ

 

Era uma vez um menininho bastante pequeno que contrastava com a escola  bastante grande. Uma manhã, a professora disse: - Hoje nós iremos fazer um desenho.

"Que bom!"- pensou o menininho. Ele gostava de desenhar leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos...  Pegou a sua caixa de lápis-de-cor e começou a desenhar. A professora  então disse:

- Esperem, ainda não é hora de começar !

Ela esperou até que todos estivessem prontos.

- Agora, disse a professora, nós iremos desenhar flores.

E o menininho começou a desenhar bonitas flores com seus lápis rosa,  laranja e azul. A professora disse:

- Esperem ! Vou mostrar como fazer.

E a flor era vermelha com caule verde.

- Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.

O menininho olhou para a flor da professora, então olhou para a sua flor. Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isso... virou o papel e desenhou uma flor igual a da professora. Era vermelha com caule verde. Num outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre, a  professora disse:

- Hoje nós iremos fazer alguma coisa com o barro.

- "Que bom !"!!!. Pensou o menininho. Ele gostava de trabalhar com barro. Podia fazer com ele todos os tipos de  coisas: elefantes, camundongos, carros e caminhões. Começou a juntar e  amassar a sua bola de barro. Então, a professora disse:

- Esperem ! Não é hora de começar !

Ela esperou até que todos estivessem prontos.

- Agora, disse a professora, nós iremos fazer um prato.

"Que bom !" - pensou o menininho. Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos. A professora disse:

- Esperem ! Vou mostrar como se faz. Assim, agora vocês podem começar.

E o prato era um prato fundo. O menininho olhou para o prato da professora, olhou para o próprio prato e gostou mais do seu, mas ele não podia dizer isso. Amassou seu barro numa grande bola novamente e fez um prato fundo, igual ao da professora. E muito cedo o menininho aprendeu a esperar e a olhar e a fazer as coisas exatamente como a professora. E muito cedo ele não fazia mais coisas por si próprio.



 Escrito por Elenara Leitão às 09h04 [] [envie esta mensagem]



ERA UMA VEZ II

Então aconteceu que o menininho teve que mudar de escola. Essa escola era ainda maior que a primeira. Um dia a professora disse:

- Hoje nós vamos fazer um desenho.

"Que bom !"- pensou o menininho e esperou que a professora dissesse o que  fazer. Ela não disse. Apenas andava pela sala. Então veio até o menininho e disse:

-Você não quer desenhar ?

- Sim, e o que é que nós vamos fazer ?

- Eu não sei, até que você o faça.

- Como eu posso fazê-lo ?

- Da maneira que você gostar.

- E de que cor ?

- Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber o desenho de cada um ?

 - Eu não sei . . .

E então o menininho começou a desenhar uma flor vermelha com o caule  verde ...

Autora: Helen Buckley.



 Escrito por Elenara Leitão às 09h03 [] [envie esta mensagem]



NORMAS GERAIS PARA A VIDA DOS LOBOS

Contadoras de histórias, nossas, de outras mulheres, de nossas mães e filhas, somos repositórios de vidas e esperanças. Abnegadas, cordatas, eficientes, inteligentes, somos a resposta de muitas indagações, a salvação de muitos problemas, a que resolve, a que socorre. Mesmo a custa de nossa força interna, de nossa seiva vital. Nosso grito interno que uiva, que grita e nos chama de volta ao lar ancestral que nos liga à lua, que nos faz sangrar em suor, sangue e lágrimas, força úmida que borbulha em nossas veias. Somos fé e colo, somos agasalho e abraço. Somos aconchego de carências alheias e respiramos fundo a nossa própria. Somos mulheres que gritam, mesmo que sem voz, que suspiram sonhos que jamais compartilharão, que são animal e instinto. Somos gente.

 

E para que nunca fiquemos muito longe de nosso bando, convém não esquecer das normas gerais para a vida dos lobos. 

 

1.    COMA

2.    DESCANSE

3.    PERAMBULE NOS INTERVALOS

4.    SEJA LEAL

5.    AME OS FILHOS

6.    QUEIXE-SE AO LUAR

7.    APURE OS OUVIDOS

8.    CUIDE DOS OSSOS

9.    FAÇA AMOR

10.UIVE SEMPRE

 

(Mulheres Que Correm Com Os Lobos - Clarice Pinkola Estés) 

 



 Escrito por Elenara Leitão às 09h20 [] [envie esta mensagem]



CIDADES

As cidades, sinto-as febris como adolescentes, dançando sobre as pistas da sua própria luz, consumidas por uma inquietação difusa, cruéis, livres, impuras, amantes, absolutas de novo, com toda a sua sujidade inaugural. Sítios de queda e construção, leviandade e levitação, onde os acontecimentos se precipitam em cadeia e a verdade pequena de cada um existe verdadeiramente, alertando a composição química do todo a cada passo. Dizia às vezes que as cidades cansam, de desalmadas. Fazes-me falta - Inês Pedrosa 

 

Uma cidade, com suas ruelas e caminhos infinitos é um caos a organizar. Seus espaços escondem vidas e hábitos que nos fazem cidadãos e participantes da organização de uma sociedade. Nossos hábitos nos fazem animais sociáveis, egressos das cavernas e formadores de núcleos. Núcleos que fazem civilizações e formam culturas. Hábitos que fazem edificações que se amontoam e ruas que perdem suas identidades com uma rapidez infinita. Nossas cidades refletem a nossa ausência de valores, o nosso vazio existencial. O que somos nós como urbe, o que fazemos nós de nossa sociabilidade? Onde se esconde a nossa solidariedade de seres que se dizem humanos? Onde a arquitetura de nossas vidas se confunde com a construção de nossas cidades?  Mais que arquitetos, devíamos ser sonhadores e construtores de utopias, antes de lançarmos a pedra fundamental de nossas culturas.



 Escrito por Elenara Leitão às 09h18 [] [envie esta mensagem]



PRECIOSOS CONSELHOS DE LUIZ ANTONIO PARA NOVOS ESCRITORES

1 - Ouvir os outros antes de publicar.
2 - Ler de tudo, e não apenas o gênero que pratica.
3 - Possuir um conhecimento relativamente sólido de todas as áreas do saber humano.
4 - Preocupar-se com a qualidade do texto, e não apenas com a história que conta.
5 - Ser solidário com os colegas de escrita. Ler o que lhe é proposto.
6 - Escrever sempre, todos os dias.

(Publicado na Revista ZH, Porto Alegre, 02-11-1997, pag. 5)

 Luiz Antonio de Assis Brasil  é escritor gaúcho, extremante talentoso, autor de grandes obras como Perversas Famílias, Videiras de Cristal e ganhador da 2ª Menção Honrosa do Prêmio Jabuti por A Margem Imóvel do Rio.                           



 Escrito por Elenara Leitão às 13h27 [] [envie esta mensagem]



Devaneios depois de um susto

“Os centros de devaneio bem determinados são meios de comunicação entre os homens do sonho com a mesma segurança que os conceitos bem definidos entre os homens de pensamento.” Gaston Bachelard em a Poética do Espaço (Martins Fontes)

 

Hoje é um dia particularmente feliz. Meu médico, que me atende a 25 anos, teve a delicadeza de me ligar à noite para dizer que a biopsia do cisto do seio, do qual fiz punção na outra semana, é puro líquido e, portanto não devo me preocupar. Nesse meio tempo, entre o susto de descobrir aquele baita caroço, ir ao médico e fazer a punção, não se passaram 48 horas. Mas a minha reação veio pós-tardia. E na forma de um saudável egoísmo. Quero mais tempo para mim, quero ouvir a minha música, quero eu em primeiro lugar. Logo eu, que sempre coloquei o outro na minha frente, pela primeira vez entendi aquela canção (embora de uma forma diferente): “não, não liga pra ele”, virou na minha cabeça e coração, não cuida dele(a), cuida de mim. 

Agora a vontade é de dançar em um parque enluarado, correr para o telefone e compartilhar com os melhores amigos que nada de terrível vai me acontecer e que a Vida é linda, apesar de tudo, e justamente por isso.



 Escrito por Elenara Leitão às 09h33 [] [envie esta mensagem]



O Fazer um Lar

Estou em período de gestação de um futuro lar. É assim que sinto um novo projeto. Não são apenas linhas, futuras estruturas que ali se formam. São espaços que abrigarão humores, amores, vidas que se farão. Não imagino conceber um projeto se não compartilhar esses momentos, se não souber por um momento antevê-los, imagina-los. Uma mesa que se encherá de gente, uma cozinha que se encherá de odores e guloseimas, um quarto onde amores se farão e onde se viverá entre risadas e suores. Uma sala que se fará aconchegante, onde a luz do sol entrará e trará com sua luz mais um dia de vida plena.

 

Meus amigos, Oscar e Sil também estão em gestação de um novo lar. O Oscar é um genial arquiteto e está tendo o privilégio de conceber o seu ninho que já recebeu o nome sugestivo de moradanamorada, evoluindo para Gaiola. Foram eles que me brindaram com o belo pensamento abaixo.

 

"O ambiente é a alma das coisas. Cada coisa tem uma expressão própria, e essa expressão vem-lhe de fora. Cada coisa é a intersecção de três linhas, e estas três linhas formam esta coisa: uma quantidade de matéria, o modo como interpretamos, e o ambiente em que está. Esta mesa, a que estou escrevendo, é um pedaço de madeira, é uma mesa, e é um móvel entre outros aqui neste quarto. A minha impressão desta mesa, se a quiser transcrever, terá que ser composta das noções de que ela é de madeira, de que eu chamo àquilo uma mesa e lhe atribuo certos usos e fins, e de que nela se refletem, se inserem, e a transformam, os objetos em cuja justaposição ela tem alma externa, o que lhe está posto em cima. E a própria cor que lhe foi dada, o desbotamento desta cor, as nódoas e partidos que tem - tudo isso, repare-se, lhe veio de fora, e é isso que, mais que sua essência de madeira, lhe dá a alma. E o íntimo desta alma, que é o ser mesa, também lhe foi dado de fora, que é a personalidade." Do Livro do Desassossego. Fernando Pessoa 



 Escrito por Elenara Leitão às 09h32 [] [envie esta mensagem]



Questionário de Proust

A Lalai , companheira do grupo de literatura Ratos de Biblioteca, mandou-nos um questionário que achei interessante e resolvi compartilhar com os visitantes do meu blog.

  1. Qual é para si o cúmulo da miséria moral? Não amar a si próprio
  2. O seu ideal de felicidade terrestre? Harmonia
  3. Que culpas, a seu, ver, requerem mais indulgência? O próprio sentimento de culpa
  4. E menos indulgência? Orgulho e inveja
  5. Qual a sua personagem histórica favorita? Buda
  6. E os/as heróis/heroínas mais admirados/as na vida real? As pessoas reais e anônimas que sobrevivem com dignidade e alegria
  7. A seu/sua herói/heroína preferida na ficção? Scarlet de "E o Vento Levou" pela sua coragem e perseverança
  8. O seu pintor favorito? Paul Klee
  9. O seu músico favorito? Chico
  10. Que qualidade mais aprecia no homem? Senso de humor, sem ele a vida é insuportável
  11. Que qualidade prefere na mulher? Senso de humor
  12. A sua ocupação favorita? Criar
  13. Quem gostaria de ter sido? Eu mesma com o que sei hoje
  14. O principal atributo do seu carácter? Sensibilidade
  15. Que mais apetece aos seus amigos? Minha calma
  16. O seu principal defeito? Orgulho
  17. O seu sonho de felicidade? Harmonia em meu coração e muito amor na minha vida
  18. Qual a maior das desgraças? Perder o rumo
  19. Que profissão que não fosse a que tem gostaria de ter exercido? Psicologia
  20. Que cor prefere? Vermelho
  21. A flor que mais gosta? Orquidea
  22. O pássaro que lhe merece mais simpatia? Beija flor (pela delicadeza) e o João de Barro (pela altivez)
  23. Os seus autores preferidos? Luiz Antônio de Assis Brasil e Clarice Lispector
  24. Os seus poetas preferidos? Thiago de Mello e Elisa Lucinda
  25. O seu herói? Meu pai
  26. Os seus heróis na vida real? As pessoas que acreditam nos seus sonhos e lutam por eles
  27. As suas heroínas da história? Anita Garibaldi
  28. Que mais detesta no homem? A ânsia do poder
  29. Caracteres históricos que mais abomina? As lutas pelo poder
  30. Que facto, sob o ponto de vista guerreiro, mais admira? Massada pela sua resistência
  31. A reforma política que mais ambicionaria no Mundo? A que começasse pela consciência de cada homem e levasse a uma verdadeira solidariedade
  32. O dom da Natureza que mais gostaria de possuir? Perseverança e coragem
  33. Como desejaria morrer? Dormindo
  34. Estado presente do seu espírito? Calmo
  35. A sua divisa? Viver com prazer


 Escrito por Elenara Leitão às 10h49 [] [envie esta mensagem]



Recado

Neste mundo tão corrido bom é saber que existe uma mão amiga para apoiar, um abraço querido onde recostar e um ouvido paciente para desabafar.

Bom é saber que não se sonha só e que compartilhar é sempre a luz que norteia a caminhada. Bom é saber que sem troca não existe êxtase e que sem amor não existe comunhão.

Bom é amar o que se faz, fazer o que se ama e viver em paz.



 Escrito por Elenara Leitão às 13h42 [] [envie esta mensagem]



Dica

No site da Caixa Econômica Federal pode-se baixar uma série de arquivos. Dentre eles, um livro sobre reciclagem de entulhos. É o Projeto ENTULHO BOM - Reciclagem de Entulho para a Produção de Material de Construção

Vale a pena dar uma conferida. E para quem se interessar pelo assunto vale a pena visitar este site da USP: Reciclagem de Resíduos para Construção . Ele reúne artigos, pesquisas e referências bibliográficas sobre o tema.



 Escrito por Elenara Leitão às 15h51 [] [envie esta mensagem]



"La Negra"

Hoje, 9 de julho, é aniversário de Mercedes Sosa, "La Negra", cantora argentina que embalou os meus 20 anos. Uma homenagem toda especial para ela nesse trecho de Gracias a la Vida, de Violeta Parra.

Gracias a la Vida que me ha dado tanto me ha dado tanto, me ha dado la risa y me ha dado el llanto, así yo distingo dicha de quebranto los dos materiales que forman mi canto ; y el canto de ustedes que es el mismo canto; y el canto de todos que es mi propio canto.
Gracias a la Vida

Se quiserem escutar toda a música cliquem aqui



 Escrito por Elenara Leitão às 09h13 [] [envie esta mensagem]



UM COMPANHEIRO

O que é um companheiro? É quem nos faz companhia em tempo integral ou quem está junto nos momentos mais importantes?...

Um companheiro é amigo e delicado nos nossos momentos frágeis, mas nunca deixando de nos incentivar a enfrentar as inseguranças e ir em frente.

Um companheiro tem sempre o braço protetor para nos dar um abraço comprido e nos fazer sentir amor e carinho, mesmo quando este abraço está distante alguns quilômetros...

Um companheiro está junto, em pensamento, em coração, em sintonia com a nossa vida.

Um companheiro sabe de nós, sem que precisemos falar. Compreende, escuta, e às vezes, mesmo sem concordar, apóia porque acredita em nós, acredita nesta coisa meio mágica que une duas cabeças e dois corações em uma cumplicidade bonita e silenciosa pela aventura da vida...

Um companheiro é presente. Em corpo, em palavras, em gestos e sentimentos.

Um companheiro é verdade, mesmo quando esta dói, mas precisa ser dita. Mas também é verdade no silêncio de uma verdade que ainda não está preparada para sair.

Um companheiro é todo cuidados para não magoar intencionalmente. É todo carinho e emoção para vibrar nas vitórias. É todo paciência (mesmo quando custa) nas hesitações e medos.

Um companheiro é um cúmplice nesta jornada errante, tão solitária, que vivemos nós.

Ao lado de um companheiro, somos mais fortes, embora mais frágeis. Somos mais inteiros, embora às vezes nos sintamos tão divididos. Somos mais nós mesmos.

Um companheiro é uma mistura de sorte, paciência, carinho e amor. Cultivar um companheiro é como arar uma terra para que dela brote as flores mais lindas para embelezar o mundo e os frutos mais saborosos para saciar nossa fome.

Cultivar e amar um companheiro é um privilégio que a vida nos oferece.



 Escrito por Elenara Leitão às 16h25 [] [envie esta mensagem]



Artesanato gaúcho

A dica desse fim de semana é uma visita ao site recém criado que reúne vários artesãos gaúchos. É o www.artesanators.com.br . Lá se pode encontrar desde artigos para decoração até tapetes.

Este casal de gaúchos pilchados e essas simpáticas ovelhinhas são alguns dos produtos que podem ser encontrados por lá.   



 Escrito por Elenara Leitão às 13h32 [] [envie esta mensagem]



Memória

 
Recebi hoje essa mensagem linda e com a voz do Drummond recitando o poema abaixo. Não resisti e tive que compartilhar com mais pessoas. Poesia é uma forma de ver o mundo mais real, com o coração e as entranhas. Não apenas com a lógica cotidiana que nos impõe um mundo mais frio e distante. 
                                               drummond©
 
 
 
Amar o perdido
deixa confundido
este coração.
Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.
 
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.
 
Mas as coisas findas,
muito mais que lindas,
essas ficarão.
 


 Escrito por Elenara Leitão às 10h06 [] [envie esta mensagem]



Clarice II

[...] uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, se deve comer.

Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer.

Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para a frente.

Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi a criadora de minha própria vida.

 (LISPECTOR, 1982: Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres).



 Escrito por Elenara Leitão às 10h54 [] [envie esta mensagem]



Curso Espaço e Estímulo

"O lidar com o espaço depende de como o homem vê e sente o mundo. E este desafio ganha novas dimensões quando ele tem que administrar seu espaço pessoal e territorial" Wilson Luiz Sanvitto - médico

A frase acima foi escrita em um artigo sobre a organização espacial de homens e animais. O autor se refere mais objetivamente ao livro de Edward Hall,  A Dimensão Oculta ( Ed, Relógio D'Agua.)

Como arquiteta, eu trabalho basicamente com o espaço e com a relação que todos nós, seres humanos, temos com ele. E por isso acho extremamente importante a conscientização de todos em relação a esse tema. Minha recomendação pessoal: leiam o livro citado acima e baixem o e-book do link aqui de baixo. Os dois trazem conceitos muito interessantes e que vão servir de reflexão para todos, profissionais do espaço ou não.

O curso Espaço & Estímulo foi elaborado pelos meus grandes amigos Arquitetos Oscar Muller e Jorge Scatto, a quem agradeço a generosidade em compartilhar seus conhecimentos de forma universal. 



 Escrito por Elenara Leitão às 10h00 [] [envie esta mensagem]




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